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URGENTE: MINISTÉRIO DA SAÚDE INVESTE R$ 1,1 MILHÃO ANUAIS PARA EXPANDIR ATENDIMENTO A AUTISTAS EM GOIÁS

Goiás recebe R$ 1,1 milhão anuais do Ministério da Saúde para ampliar rede de saúde para autistas

Nova linha de cuidados para o TEA fortalece a Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência e vai beneficiar centenas de famílias em Anápolis e São Luís de Montes Belos
Atendimento especializado para Transtorno do Espectro Autista (TEA) em Goiás

Em setembro de 2025, uma notícia mudou o cenário da saúde para milhares de famílias goianas.

O Ministério da Saúde lançou a nova linha de cuidados para o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e anunciou investimento anual de mais de R$ 1,1 milhão para Goiás. Os recursos vão fortalecer a Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência (RCPD) e ampliar o atendimento a crianças e adultos com TEA.

Os valores serão aplicados no custeio adicional de 20% na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) Anápolis, já em funcionamento, permitindo a inclusão de mais 140 famílias. Além disso, haverá custeio de transporte sanitário adaptado no Centro de Reabilitação José de Siqueira, em São Luís de Montes Belos.

“O Ministério da Saúde está continuamente realizando investimentos voltados para o acolhimento, a reabilitação, o tratamento, a intervenção precoce e, principalmente, para a inclusão das famílias e dos profissionais”, destacou o superintendente do Ministério da Saúde em Goiás, Lucas Vasconcellos.

Com o aporte, Goiás passa a contar com uma rede ainda mais robusta. O estado já tem unidades como o Ceap-Sol (Centro Estadual de Atenção Prolongada), a Rede Teia Agir (que oferece terapias multidisciplinares gratuitas em Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis e outras cidades), o Crer (Clínica de Reabilitação) e diversas Apaes que realizam atendimentos personalizados com equipes multiprofissionais (fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicólogos e mais).

Rede de atendimento especializado para autistas em Goiás - Apae e CERs

A nova linha de cuidado também traz inovações nacionais: rastreio universal de sinais de TEA em crianças de 16 a 30 meses na atenção primária, uso do teste M-Chat, Projeto Terapêutico Singular (PTS) individualizado e treinamento de habilidades para cuidadores. O objetivo é identificar precocemente e oferecer intervenção ainda na fase de estímulo, antes mesmo do diagnóstico fechado.

Mas ainda há um grande desafio:

Muitas famílias continuam enfrentando filas, falta de profissionais e dificuldade de acesso a terapias especializadas.

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